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Exame revela que corpo encontrado no Rio de Janeiro é do padre balonista |
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Pe. Adelir de Carli estava desaparecido há mais de três meses A Polícia Civil do Rio confirmou essa terça-feira que o exame de DNA feito no Instituto de Pesquisa Genética Forense revela que os restos mortais são do padre paranaense. Padre Adelir de Carli, 41, decolou no dia 20 de abril de Paranaguá (90 km de Curitiba), suspenso por balões gigantes de gás hélio. Ele tentava bater o recorde mundial de permanência no ar nesse tipo de vôo. A intenção do sacerdote era voar por 20 horas em direção ao interior do Estado do Paraná, mas o mau tempo mudou a rota do vôo e seu percurso foi desviado para o sul, na linha do litoral. O sacerdote deixou de fazer contato por rádio após cerca de 8 horas de vôo, na região de São Francisco do Sul (Estado de Santa Catarina). A provável causa de sua morte foi hipotermia, após a queda no mar. Os restos mortais de Pe. Adelir de Carli foram levados pela corrente marítima de Santa Catarina até o litoral do Rio de Janeiro. Os restos mortais encontrados neste início de mês foram levados para o Instituto Médico Legal de Macaé, onde o irmão do sacerdote esteve para o exame de DNA. Pe. Adelir voava para divulgar a Pastoral Rodoviária em Paranaguá, apostolado que atua junto dos caminhoneiros e familiares, especialmente os que afluem à cidade devido às atividades portuárias. |