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BELÍSSIMA
CELEBRAÇÃO DO OITAVO ANIVERSÁRIO DA DIOCESE
A numerosa presença de padres, diáconos, seminaristas e do
povo de Deus da Diocese marcou a Celebração Eucarística, na qual
rendemos graças ao Pai pelos oito anos de existência da Diocese do
Amor, nossa amada Igreja Particular de Blumenau. Dom Angélico
Sândalo Bernardino, primeiro Bispo da Diocese, presidiu o solene ato
litúrgico. Uma linda menina de oito anos representou a Igreja de
Jesus, Anivers
ariante. Acompanhada
das senhoras do Apostado da Oração, antes da Primeira Leitura
Bíblica, de bonezinho branco, caminhando pelo corredor central, ela
trouxe a Bíblia, o símbolo nº 1 da caminhada da Diocese.
Dom Angélico recebeu
os parabéns pelos seus oito anos de pastoreio fiel e zeloso. Ainda,
o nosso bispo foi homenageado pela transcorrência de seus 49 anos de
ordenação presbiteral, no dia 12 de julho (1959). Diversas paróquias,
pastorais e movimentos mostravam cartazes alusivos aos muitos
motivos de ação de graças. Uma moça deficiente na cadeira-de-rodas,
com seus pais, foi chamada à frente do altar, por Dom Angélico, para
que representasse a vida que devemos acolher e defender. Uma senhora
que, ainda jovem, perdeu os dois braços enquanto trabalhava num
engenho de açúcar e que se governa sozinha, foi também apresentada
pelo bispo, sugerindo superação dos limites pessoais, força da fé.
Terminada a Missa,
todos foram convidados para dirigirem-se às escadarias da catedral.
Ali, com a bênção de Dom Angélico e de todos os padres, foram
inaugurados os dizeres:”Catedral São Paulo Apóstolo – Diocese de
Blumenau”, afixados ao lado da imagem do padroeiro da Catedral e da
Diocese. Aliás, foi frisado durante a santa missa o Ano Paulino,
instituído pelo Papa Bento XVI para comemorar o segundo milênio de
nascimento do grande Apóstolo e nosso padroeiro, a iniciar-se no dia
28 de junho de 2008, encerrando-se no dia 29 de junho de 2009.

“Com Maria, Mãe
santa e querida – As grandezas de Deus exaltamos! – Tempo novo
anuncia esperança! – A Diocese do Amor construamos!” (Hino da
Diocese, 4ª. Estrofe)
FONTE/FOTOS: Pe. Raul
Kestring |